A corrida pela vacina é uma disputa entre a solidariedade e a ganância (vídeo)

Enquanto os EUA anunciam o corte de sua contribuição à Organização Mundial de Saúde, a China se compromete a entregar sem custos a sua vacina para a humanidade, como um bem público.

A China já anunciou que as três vacinas que seus laboratórios pesquisam serão patrimônio da humanidade. A Rússia que comunicou o fim da fase de testes da vacina desenvolvida pelo Centro de Pesquisas Vector, um complexo dedicado à defesa contra ataques biológicos, também se comprometeu a ceder o princípio ativo para a produção a baixo custo do novo medicamento.

As iniciativas mostram que os dois países se organizaram para enfrentar a pandemia, com uma mobilização total dos recursos do país, semelhante aos períodos de guerra. No caso de China e Rússia, com comandantes e soldados que foram para a linha de frente da batalha contra o COVID 19, um inimigo invisível e mortal, foram os cientistas, médicos e técnicos de saúde. As forças armadas desses países se limitaram a apoiar os profissionais que entendem do assunto.

Solidariedade

O compromisso de ceder as patentes, parta produção a baixo custo dos medicamentos chineses e russos revela um comportamento solidário com a humanidade dos dois países.

Esperamos que o exemplo seja um sinal de que o cultura individualista estimulada pelo neoliberalismo que tanto mal fez ao mundo esteja sendo substituída pela solidariedade, um valor que está na base da civilização.

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